quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

LADRÃO COM CLASSE



Se eu  fosse ladrão
Haveria de tirar Mestrado
Teria melhor formação
Para me dedicar a roubar
Político, Rico e Advogado.
Como  eles  me governar




"Grapilho"

Pena de Morte.

  • 1852: Abolida para crimes políticos (artigo 16º do Ato Adicional à Carta Constitucional de 5 de Julho, sancionado por D. Maria II).
  • 1867: Abolida para crimes civis, exceto por traição durante a guerra, em julho em 1867 (Lei de 1 de julho de 1867). A proposta partiu do ministro da Justiça Manuel Baptista, sendo submetida à discussão na Câmara dos Deputados, onde teve oposição do deputado Manuel Carvalho. Transitou depois à Câmara dos Pares, onde foi aprovada. Mas a pena de morte continuava no Código de Justiça Militar. Em 1874, quando o soldado de infantaria nº 2, João Borda, assassinou o alferes Manuel Bernado Beirão, levantou-se grande discussão sobre a pena a aplicar.
  • 1911: Abolição para todos os crimes, incluindo os militares.
  • 1916: Readmitida a pena de morte para traição em tempo de guerra.
  • 1976: Abolição total.

   
   _  2014 / 2015, reabilitação da mesma, (para o crime perpetrado pelos portugueses, não de sangue e/ou traição à Pátria), pelo facto de o povo adoecer e ficar sujeito a enfrentar a morte em total abandono.

Para quando a forca aos que imputam tal sentença?


"Grapilho"
   
         

terça-feira, 5 de novembro de 2013

País - políticas - cidadão

Um lago,
o bote,
e o homem.

O lago não tem corrente.

O bote não tem vela.

O homem não tem remos.


Se tentar remar com as mãos as piranhas que infestam o lago, devoram-nas.





Como sair do lago?

sábado, 2 de novembro de 2013

Passagens, (de nível), de morte para peões

Se as passadeiras para peões fossem linhas de caminho de ferro, e estes, comboios, a maioria dos condutores portugueses morreriam trucidados.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Sátira    (condutores / automóveis)




Os carros, que começaram por ser carroças, puxadas por um ou mais cavalitos, evoluíram até aos dias de hoje, para um número desmesuradamente enorme de cavalitos.
Qualquer carrocita lá tem 100, 110, 130 e mais cavalitos. Enfim, uma farturinha deles!

As estradas lá continuam, apesar de tudo, a cumprir uma função. Pois, a não serem estas, as outras, as mais evoluídas, lá recebem as ditas carrocitas, de "muitos e muitos cavalitos," digo,
cavalitos de potência das carrocitas.

Os homens, seres porreiros e vaidosos
(como nenhum outro ser desta forma de espécies, por Deus deixadas, no tempo das carrocitas, de um ou mais cavalitos”), usavam uns fatos de fazerem rir, uns laços que substituíam as Gravatas, e aqueles Chapéus altos de onde tiravam o coelhinho.

Mas, apesar do aspecto, às vezes tenebroso, de tais vestes (sobretudo de cor escura), dizia eu, que apesar desse aspecto, na época, me pareciam ser pessoas mais sensíveis, ou pelo menos temiam algo

Por exemplo: a disciplina da época, as autoridades da época, e os pais da época. Pois, maus filhos, (os que não obedeciam aos padrões de disciplina e respeito), tinham nos seus progenitores, os seus mais severos críticos e disciplinadores.

O código da estrada, o da época, das carrocitas de um ou mais cavalitos, não existia. E, então as pessoas, lá procuravam entendimento, de forma que as carrocitas de um, ou mais cavalitos pudessem evoluir na marcha, sem atropelar ou aleijar alguém. No entanto, ás vezes acontecia, porque os cavalitos, uns mais reaccionários que outros, resolviam levantar-se contra outros condutores de carrocitas, de um ou mais cavalitos, (esses incensíveis), e acabavam por dar uma patada noutro condutor, ou mesmo num transeunte, (peão). Mas, eis que o crescimento de carrocitas foi muito evolutivo. Dessa evolução, começou a pensar-se arranjar mais potência. Mas, substituindo os cavalitos, (os tais), se bem pensado, melhor foi feito! A partir desse momento, as carrocitas a cada ano que passava, mais
cavalitos tinham.

Foi preciso pensar em começar a estabelecer regras, porque a partir de determinado momento, a merda deixada por aquelas carrocitas, de um ou mais cavalitos, deixou de existir, e foi substituída pela merda das atitudes dos condutores das carrocitas, muito mais fogosas e com uns
cavalitos a mais. Para evitar tal pestilência, pois o cheiro da dita, (dita evolução), já na época começou a fazer mossa, embora pequena, mas mesmo assim, de vez em quando, uma alma era chamada ao criador.

Apareceu então o protótipo do código da estrada. Diga-se, em abono da verdade que, apesar de tudo, estabeleceu regras muito lógicas de orientação do trânsito e a coisa começou a funcionar bem. De um lado, as regras; do outro, as pessoas que na época, (mais atrás no tempo), eram mais civilizadas, menos arrogantes e não tinham aquela necessidade de afirmação. Ou seja, eram ricos, bem educados, e ter carro era apenas e só mais um capricho. Mas, eis que começa a dar-se "evolução nas pessoas" e nas carrocitas, as tais, de um ou mais cavalitos, chegando aos dias de hoje, e podendo ter 1001
cavalitos. Por isso, a devido tempo, se fizeram actualizações ao código da estrada, que repito, é um manual muito actual, contendo a essência da lógica, para condutores conscienciosos, os tais que, podendo não ser ricos, e que pelo certo, não têm a carrocita por mero capricho, mas que, por serem educados, acatam e dão melhor interpretação ao código da estrada, para dessa forma, não fazerem o contraponto com os cavalitos de então, (merda). No entanto, para grande quantidade de condutores de carrocitas, (as tais de um ou mais cavalitos), o código da estrada tem de levar uma grande mexida, de forma a tornar legal a merda que fazem, a saber-se :

-Substituir STOP, por avançar;
-Substituir proibido parar, por permitido estacionar;
-Substituir sentido proibido, por sentido de marcha;
-Proibir velocidade a 120 km, por 220 km hora;
-Substituir velocidade de 30, 40 e/ou 50 km hora em localidades, por 75, 100 e/ou 120 km;
-Substituir proibição de ultrapassar em contínuas, por poder transpô-las, conforme o jeito que der;
-Substituir a proibição de ultrapassar em curvas, lombas, cruzamentos, entroncamentos, túneis, passagens de nível, passadeiras, etc ..etc, por poder ultrapassar à vontade;
-Substituir proibido ultrapassar pela direita, por poder ultrapassar por qualquer lado.

Com esta alteração, passará o código da estrada, a estar coadunado e a contento de todos, e já podendo de forma legal, os condutores de carrocitas de tantos e tantos
cavalitos, poderem voar por onde lhes der na veneta, ficando dessa forma os cavalitos, (digo cavalitos das carrocitas), todos contentes, pela sensação de liberdade que dá, correr num galope desenfreado de crina ao vento.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Passos, caindo...

"Perde-se" um politiqueiro a  governar.
"Ganha-se" mais um asno na TV, a comentar.




Grapilho

sexta-feira, 26 de abril de 2013

"Armas de destruição em massa?"

O acto levado a cabo pelos dois brothers  é reprovável, (ninguém tem direito a matar).
No entanto, para vilão, vilão e meio. Por outro lado, a julgar pelo modo como o atentado foi levado a cabo, creio eu, o vilão obterá dividendos: passará, pelo modo do plágio,  a dispor de nova arma de destruição em massa, muito mais económica , ( a panela de pressão),  das por ele desenvolvidas até então. Aliás, não é por acaso que se diz: destruindo se reinventa, e da pobreza sai a riqueza. 
Tenho para mim que, à boleia da ideia dos brothers, estará em marcha um recolher de invólucros, (panelas de pressão usadas), para a tal produção económica da nova coisa que mata.
  

(Quem chora por uns, deveria chorar por todos)